O curso de Engenharia da Computação promove a formação específica no campo da computação e desenvolve as capacidades, habilidades e competências para a educação, formação tecnológica e profissional dos alunos.
O profissional de Engenharia da Computação formado pelo Inatel é preparado para trabalhar em empresas públicas e privadas, empresas de computação, para atuar nas áreas de desenvolvimento de software e hardware, de pesquisa em instituições científicas e acadêmica.
O engenheiro da computação cuida das questões referentes às máquinas (hardware) que operam isoladamente (PCs) ou que compõem uma rede ou sistema de comunicações. É ele quem se ocupa da arquitetura da rede e da organização física de computadores e periféricos. Também projeta e constrói máquinas, micros, teclados, monitores, impressoras, chips, placas de som e de vídeo, além equipamentos de automação industrial e robótica. Planejar e administrar a rede de computadores de uma empresa, também está entre suas atribuições. Como tem conhecimento profundo da área, ainda é capaz de criar sistemas operacionais, desenvolver linguagens específicas e fazer pesquisas tecnológicas.
O engenheiro da computação projeta e constrói computadores, periféricos e sistemas que integram hardware e software. Produz novas máquinas e equipamentos computacionais para serem utilizados em diversos setores, de acordo com as necessidades do mercado. Desenvolve produtos para serviços de telecomunicações, como os que fazem a interligação entre redes de telefonia. Pode, ainda, planejar e implementar redes de computadores e seus componentes, como roteadores e cabeamentos.
Mercado de Trabalho Favorecidos por um campo de ação tão amplo, os profissionais da área de Engenharia da Computação não têm problemas para arrumar emprego. No Brasil, o mercado cresce em torno de 10% a 15% ao ano. Mas há um mercado potencial também no exterior. Algumas empresas recrutam profissionais para trabalhar nos Estados Unidos, em função da reconhecida qualidade da formação do profissional brasileiro. Essa migração fica fácil porque nesta profissão a linguagem é universal.
Fazer previsões sobre o mercado de trabalho em computação, tanto no Brasil quanto no exterior, é tarefa quase impossível. Um campo que desponta como bastante atraente é o desenvolvimento de aplicativos para integração de tecnologias (TV e rádio digitais, celular com internet, TV com internet, celular com satélite etc.). Quando se trata da web, as oportunidades de atuação e desenvolvimento são incontáveis. A International Webmasters Association catalogou 54 especializações nessa área.
Áreas relacionadas Nos dias de hoje, a informática se encontra inserida em todos os segmentos do setor produtivo e os computadores são encontrados em praticamente todos os ambientes. Com isto, constata-se um grande aumento do interesse pela formação acadêmica voltada para esta área.
Ciência da Computação, Sistemas de Informação e Engenharia da Computação são os cursos de graduação em informática mais comumente encontrados nas universidades e faculdades do País.
Embora esses cursos tenham diversos pontos de semelhança, apresentam significativas diferenças no que diz respeito às áreas de atuação dos profissionais por eles formados.
Os cursos de Sistemas de Informação, como se depreende do próprio nome, são focados no planejamento e desenvolvimento desses sistemas. Os alunos são preparados para atuar no desenvolvimento e no suporte de software. Também são aplicados conhecimentos de administração, negócios e relações humanas. O profissional desta área é mais voltado para a aplicação dos recursos de informática às necessidades de empresas.
Os cursos de Ciência da Computação são mais voltados à área de software, abordando conceitos e teorias da computação relacionados com estruturas de informação, linguagens de programação e análise de sistemas. Em geral, são necessários bons conhecimentos matemáticos e de cálculo.
A Engenharia da Computação abrange as áreas de software e hardware. O Engenheiro da Computação recebe uma formação que lhe permite conceber, projetar e implementar não só as soluções de software requeridas em uma determinada aplicação, mas também especificar, e mesmo projetar, os equipamentos computacionais necessários à sua implementação.